segunda-feira, 5 de outubro, 2026

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PROMOTORIA RECEBEU MEMBROS ESCOLA 31 DE MARÇO

Objetivo do encontro foi de protocolar um pedido de construção urgente da escola
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| Atualizado em 30/11/-0001 às 00h00

Na sexta-feira 09/12/16 pela manhã, membros da comunidade escolar (Pais, alunos e professores) da E. E. 31 de Março de Canarana estiveram reunidos com o promotor local Drº Marcelo Mansur onde o objetivo do encontro foi de protocolar um pedido de construção urgente da escola.

Localizada em um espaço amplo e arborizado, a Escola Estadual 31 de Março conta com cerca de 700 alunos, 38 professores e projetos capazes de mudar a realidade do ambiente escolar, como o Prinart e o Educomunicação.

No entanto, como a maioria das escolas estaduais de Mato Grosso, a unidade possui estrutura física antiga e apresenta uma série de problemas que já não podem mais serem solucionados com apenas uma reforma.

A diretora Valéria Mendes Moreira, que já está no segundo mandato, garante que o anseio de toda a comunidade é ver a escola reconstruída, uma vez que metade da população de Canarana estudou ali. “Essa é uma escola muito querida por todos, muito amada e de muita importância para todos nós, afinal todos têm uma história para contar sobre esse lugar”, comenta. E, na ocasião do encontro com o promotor local, a diretora, entregou em suas mãos um laudo contendo fotos com os problemas que se agravaram com as últimas chuvas que estão acontecendo, solicitando que seja realizado de forma urgente uma solução para o caso.

 Cabe aqui salientar que durante a terceira edição da Caravana da Transformação, realizada no município pelo Governo do Estado, em novembro último, em visita à unidade escolar, o secretário de Estado de Educação, Esporte e Lazer, Marco Marrafon, anunciou que a escola será reconstruída em breve. De acordo com ele, um estudo de absorção da rede será feito para verificar se as demais escolas do município podem absorver os alunos da EE 31 de Março enquanto um novo prédio é construído no lugar do antigo. “Percebemos que se trata de uma escola histórica e que não têm mais condições de receber reparos ou reformas, mas sim uma nova estrutura para assegurar educação de qualidade a cada um desses 700 alunos que aqui estudam”, observa Marrafon. 

Reportagem: Adilene Pereira Jornal Folha Araguaia.

 

  

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