domingo, 3 de março, 2024

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Vereador que sacou de arma para colega em sessão possui porte, mas pode ser cassado por quebra de decoro parlamentar

Novo vídeo mostra que vereadores saíram no ?braço? e um deles saca arma em Querência
Por Araguaia Notícia
| Atualizado em 22/03/2022 às 16h27

O vereador, professor Neiriberto Martins Da Silva Erthal (PSC), que é policial aposentado, e que sacou de arma de uma arma durante sessão na Câmara de Querência na segunda-feira (21/3), tem porte de arma, mas pode sofrer um processo de cassação por quebra de decoro parlamentar é o que prevê o regimento interno do legislativo daquela cidade.

Neiriberto se estranhou com o colega Edmar Lúcio Batista (PDT) durante reunião ordinária que discutia projetos polêmicos que mexem com a opinião pública:  para aumentar de 9 para 11 vereadores a composição da Câmara de Querência e criar o 13º salário e férias para os vereadores.



No momento mais exaltado, Neiriberto levantou da cadeira e foi em direção ao colega e sacou da arma apontando para ele. O parlamentar foi contido por policiais militares que o encaminharam depois para delegacia. A Polícia Militar informou através do tenente André, numa entrevista coletiva, que o professor Neiriberto, possui porte de arma e que a vítima, o também vereador Edmar optou em u não representar contra o colega. Diante disso, os envolvidos foram encaminhados para o delegado de Querência tomar as providências.

Todavia isso não impede que a Câmara abra um processo disciplinar para cassação do vereador por quebra de decoro parlamentar. O presidente Telmo Brito deu entrevista mais cedo lamentando ocorrido e disse que está conversando com os demais colegas e o departamento jurídico do legislativo para verificar o que pode ser feito. A confusão da Câmara de Querência se tornou um dos assuntos mais comentados desta segunda-feira na rede social e a população demonstrando-se favorável à cassação do vereador que sacou da arma.

Sobre os projetos polêmicos que causaram essa situação entre os parlamentares se quer entraram em tramitação. Telmo, ainda na entrevista mais cedo, disse que alguns vereadores estariam se sentido 'amendrontados' porque ao longo da semana, moradores fizeram comentários que a população tinha que invadir a Câmara e se fosse necessário até mesmo agredir aos parlamentares.  

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