Na tarde desta terça-feira (03), um vídeo alarmante começou uma circular pelas redes sociais de Canarana, levantando denúncias sobre um possível caso de estupro de vulnerabilidade envolvendo uma criança. A Polícia Militar, sob o comando do Major Yamada, agiu rapidamente após receber uma denúncia anônima pelo WhatsApp, contendo uma foto e o vídeo do suspeito.
Segundo o Major Yamada, ao receber informações preliminares de que o homem reside em um bairro do município, equipes da PM iniciaram diligências imediatas para localizá-lo. Contudo, em poucos minutos, foi confirmado que o suspeito havia sido apresentado espontaneamente à Delegacia da Polícia Judiciária Civil.
Na entrevista, o Major destacou que o suspeito negou qualquer envolvimento com o crime, afirmando que não se lembrava de nenhum ato do tipo. “Ele negou as acusações aos policiais militares e também durante nossa conversa inicial na delegacia. Alega não conhecer as supostas vítimas nem saber sobre o conteúdo do vídeo”, relatou o comandante.
Ainda de acordo com o Major, há denúncias de que o homem pode estar envolvido em outras tentativas de aliciamento de menores no município. “Recebemos informações anônimas de que não seria apenas uma vítima, mas várias. No entanto, até ao momento, nenhuma vítima foi apresentada oficialmente para formalizar a denúncia”, explicou.
Atenção ao Compartilhamento de Vídeos
O Major Yamada fez um alerta importante à população sobre a circulação de vídeo que deu origem à denúncia. “O simples ato de compartilhar esse tipo de vídeo constitui crime. Pedimos que qualquer pessoa que receba material como este entre em contato com a Polícia Militar ou a Polícia Judiciária Civil imediatamente e apague o conteúdo do celular.”
Eleu a necessidade de conscientização sobre o impacto da propagação de vídeos de caráter prejudicial, como os relacionados à pedofilia. “É um crime grave, e precisamos da colaboração da comunidade para que as investigações sigam sem prejudicar as vítimas e os envolvidos.”
Como o fato não ocorreu em flagrante e ainda não há vítimas formalmente
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